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AS RAÍZES DA INIQUIDADE...

  Tenho buscado durante anos uma resposta para as dificuldades financeiras que tenho sofrido. As pessoas que me cercam, que não conhecem o mundo espiritual, apenas acreditam que eu seja um homem muito azarado que não consegue cuidar da própria família. Que por algum tempo, eu até consigo ganhar algum dinheiro, mas depois, o antigo estado volta a permear minha vida. Não tem sido pequena a minha busca ao longo dos anos sobre respostas do por quê de tais fatos me afadigarem tanto a vida. tenho chorado, gritado, esperneado desesperado pedindo a Deus que me responda. Na verdade, ao longo dos anos, o que Deus tem feito e eu não tenho percebido é me mostrar que todo esse retrocesso em minha vida tem conseqüências nas nas profundas raízes da iniquidade, que por sua vez, geraram uma sólida, mas não inabalável, árvore, que deu frutos, que, enfim, resultaram no estado em que tantas vezes poderia ter sido considerado como meu estado normal de vida até aqui. O nome desse fruto é pecado. O pecado é o fruto gerado pela iniquidade.
  Mas isso acaba, definitivamente hoje, pois creio que Deus tem usado pessoas ao redor do globo para escrever, pintar, falar e desenhar aquilo que deve ser a revelação para o povo de Deus. Eu sou povo de Deus. Sou noiva de Jesus, então, como noiva, igreja escolhida pelo Senhor para morar na eternidade, pela salvação em Jesus Cristo, a vida derrotada de bancarrota, termina hoje, definitivamente.
  O mal que conscientemente pratiquei, o adultério, a prostituição ao longo dos anos, a fornicação, a mentira, tudo o que fiz foi contra o Senhor Deus Santo que fiz. Tudo isso foi iniquidade, que gerou o pecado contínuo em minha vida. Sim, faço agora um pedido a Deus, em oração. Peço que me lave de toda a iniquidade cometida contra o Senhor. Cometi iniquidade e pecado contra o Senhor. Meu clamor é pelo poder do Sangue de Jesus para que eu seja completa e definitivamente limpo da iniquidade enraizada em minha vida há gerações. Iniquidade que me visitou os meus avós, nos meus pais e que chegou avassaladora em mim, que da minha parte com o Senhor Deus, se eu for agradável aos olhos do Senhor, não passará para os meus filhos. Por que confesso a Deus a minha iniquidade e pelo poder do Sangue de Jesus eu clamo, em nome de Jesus, que a raíz de toda maldade de toda iniquidade seja cortada de uma vez por todas, assim como o sacríficio de Jesus, é de uma vez por todas, não havendo a necessidade de sacrificar animal novamente.
  Senhor Deus, em nome de Jesus eu clamo para que toda a raíz de iniquidade, de imoralidade sexual e abominações contra o Senhor, tais como abuso sexual e homossexualidade, seja definitivamente cortadas na raíz dessas iniquidades. Essa foi a oração de um homem que reconhecia a raíz da iniquidade em sua vida. Não, ele não era homossexual, mas sua oração fazia sentido, pois havia um caso conhecido de homossexualismo em sua família. Como ele, pela luz de Cristo, identificou que esse problema, ainda que não diretamente com ele, era uma raíz de iniquidade em sua família, precisou reconhecer esse mal em sua estrutura familiar e confessa-lo a Deus. Não era com ele, mas se o mal não fosse erradicado do DNA espiritual de sua família, as gerações futuras, caso hajam gerações futuras, por que o fim está próximo, poderiam sofrer os ataques destruidores provocados pelas raízes da iniquidade. É complexo? Sim, e perfeitamente compreensível que as pessoas não aceitem esse fato. Notem que eu disse “fato” e não, “teoria”.  Por que não é uma teoria.
  As obras da carne, relatada em Gálatas 5, conforme ensina Ana Ferrel em seu maravilhoso livro “INIQUIDADE”, nada mais são do que a própria manifestação das raízes da iniquidade gerando os amargos frutos do pecado.  Ora, as obras da carne são manifestas: imoralidade sexual, impureza e libertinagem;
idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções
e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. Eu os advirto, como antes já os adverti, que os que praticam essas coisas não herdarão o Reino de Deus.


  Tudo o que lemos no texto de Gálatas são os efeitos das profundas raízes da iniquidade arraigadas. Ferrel também ensina que o erro que o crente muitas vezes comete é o de confessar um desses pecados cometidos citado em gálatas. confessam que adulteraram, que cometeram imoralidade sexual, que se embriagaram, que se envolveram em discórdias, brigas; que invejaram, que se iraram e sentiram ciúmes. Confessam as obras da carne, mas raramente vão ao cerne do problema, ou seja, a raíz profunda da iniquidade, que, como um cordão umbilical, está ligada a alma e ao corpo da pessoa.
continua...